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segunda-feira, 24 de maio de 2010

Temem a morte aqueles que não sabem o que esperar do amanhã...

domingo, 23 de maio de 2010

É impressionante como eu nunca faço nada
É sempre a confusão que vem até aqui.
Falo isso para o meu psiquiatra, mas é claro, ele não entende.

(Meio Psicopata - Matanza)

sábado, 22 de maio de 2010

O que farei quando você partir?

Sinto que esta se afastando, a cada momento se distanciando, não tenho medo do fim dessa história e até preferia que tudo acabasse de uma vez... Porém, esperando pelo fim pensei "O que farei quando você partir?". Fica a pergunta e talvez eu não espere uma resposta...

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Andei reparando...

Observando uma lista de livros a procura de algum que me interessasse, me deparei com autores que agente vê no dia a dia, na TV, nos CD's, talvez na rua... Então olhei para dentro de mim, com toda essa vontade de escrever e com todo essa duvida de sobre o que escrever meu primeiro livro pensei, "Eles não devem ficar se questionando o que escrever, devem apenas escrever e ver o resultado, será que não seria isso que eu devia fazer?". Alguns dos autores são pessoas que em outros tempos cometeram erros e agora escrevem livros dizendo para nós como não cair no mesmo erro, sim, eles cresceram e agora ensinam ao mundo alguma lição do que viveram.

...como as pessoas CRESCEM!
...até que o prazer se acabasse e tu me deixasses
em uma noite fria...

Eu não preciso...

Eu não me importo em demonstrar, eu não preciso me importar, pois eu não tenho nada a esconder. Essa vontade de gritar e os motivos do querer, esta tudo estampado em minha cara quando olho pra você. E o mundo parece girar mais devagar, as horas parecem não passar, a cada momento em que me entrego a você, queimam-me, as chamas excitantes provocadas pelo contato do teu corpo com o meu, arde-me, até o profundo da alma os arrepios provocados por teus beijos e tua mão tão leve a acariciar-me o rosto. E quando foges dos meus braços dizendo que é perigoso, é nessa hora que encontro o que em nós dois é gracioso, essa constância prazerosa de pecado, de perigo, eis o que nos motiva a estarmos sempre escondidos, eis ai o que deixa esse amor mais divertido. E quando tu me tomas como dona e me castiga, é nessa hora que encontro em ti alguém apreensiva, aquele tipo de mocinha que leva sempre o cão consigo, com medo de que vá para longe e lá encontre melhor abrigo. Ah se o relógio realmente parasse para nós, viveríamos uma eternidade em uma constante alegria, até que o prazer se acabasse e tu me deixasses em uma noite fria. E mesmo que esse dia chegasse ainda na lembrança te traria, pois dos meus sonhos já faz parte, até mesmo à luz do dia.

...me importar.

Saudades de...

...alguém que nunca vi, nem mesmo ouvi ou se quer toquei. Alguém que me ensinou e eu aprendi mesmo sem prestar atenção, que me motivou nas horas tristes em que eu estava prestes a desistir, alguém que me abraçou em algum momento e eu nem senti.
Saudades de você que sempre tenra me acolheu, que por várias vezes me mostrou a verdade, se opôs as intrigas, se esquivou das mentiras e me fez perceber quão grande é o mundo e como viver.
Tenho saudades de você, que toca meu coração mesmo sem saber...

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Eu Preciso...

Sinto pressa em imaginar uma solução
para um problema que nem me aconteceu.
E a minha angústia vem de algum tempo atrás
quando éramos crianças e eu deixava de brincar,
para imaginar onde o tempo está distante de nós.


...Preciso de psiquiatria intensiva e tratamento de choque!!

terça-feira, 18 de maio de 2010

O que me faz agir assim?

Hoje mais cedo ao sair do serviço, deparei-me com um garoto chupando um sorvete, ele estuda na escola onde trabalho e mora aqui no bairro com seu pai, que eu já conheço e cumprimentos há tempos. Não é raro ver o garoto no bar da esquina, pedindo algo para um dos conhecidos de seu pai, às vezes um doce, outras um refrigerante e em outras vezes, um sorvete.
Seu pai é aquele tipo de homem que agente costuma rotular como uma pessoa alterada, sombria e perdida no mundo das drogas, porém, de fato é apenas mais um preconceito imposto a nossos olhos. Já tive oportunidades de falar algumas palavras com o jovem "senhor" e ele não é de todo mal, talvez não seja de mal nenhum, apenas vive no mundo como pode. Várias vezes eu já o vi levando o garoto para escola e já o vi também em algumas tardes colocando-o para dentro de casa, para fazer o dever de casa. Isso me faz pensar que pelo menos duas vezes no dia ele pensa em seu filho, no futuro dele, no que ele vai se transformar em futuro não tão distante. Não tão distante? Pois é, porque a infância tem acabado mais cedo, os sorrisos tem nos abandonado em meio à inocência do inicio da vida e a escolha já não pertence a nós, ser criança ou crescer?
O fato é que ao ver aquele garoto eu me esqueci de mim, me deixei encostar no canto da porta da secretária e o observei. E observando-o eu me perdi em meio aos meus devaneios. Por que eu choro tanto? Por que eu me preocupo tanto? Por que eu escrevo? Por que eu canto?
Estou sempre saindo de buracos e caindo em outros, mais profundos, mais sombrios, e por que no fim mesmo com problemas tão menores do que os de muita gente eu ainda me sinto incapaz? Por que eu me sinto tão frágil e perturbado? E no meio de tantas perguntas eu me perco, não me acho, me engano e não disfarço, cada dia que se passa, cada sorriso forçado e eu que sou forçado a crescer cada vez mais, pra não deixar que tudo isso me afogue nesse mar de perturbações. Eu quero entender, eu preciso entender!