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Mostrando postagens com marcador Paranóias. Mostrar todas as postagens
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terça-feira, 1 de junho de 2010

Aqui estou eu, na minha gaiola...

Eu tenho esperado por dias melhores, apenas esperado. Buscando sempre coisas maiores e diferentes das que um dia eu pude ter.
Parece até difícil viver, todos os dias pensando no que fazer, em quem vou ser. E isso só fica pior!
Eu tenho esperado por dias melhores , por alguma coisa, alguém que me ajude a resistir, a cada dia lutar pra me agarrar a essa vida que eu não consigo entender.
Por que acordar se no fim do dia eu volto a dormir? Por que levantar se depois de alguns passos o movimento é cair? Por que arriscar se o resultado é oculto? Por quê? Por que você não esta aqui pra me explicar, me guiar, me dizer o que fazer?

Dead memories in my face, in my eyes...

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Saudades de...

...alguém que nunca vi, nem mesmo ouvi ou se quer toquei. Alguém que me ensinou e eu aprendi mesmo sem prestar atenção, que me motivou nas horas tristes em que eu estava prestes a desistir, alguém que me abraçou em algum momento e eu nem senti.
Saudades de você que sempre tenra me acolheu, que por várias vezes me mostrou a verdade, se opôs as intrigas, se esquivou das mentiras e me fez perceber quão grande é o mundo e como viver.
Tenho saudades de você, que toca meu coração mesmo sem saber...

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Eu Preciso...

Sinto pressa em imaginar uma solução
para um problema que nem me aconteceu.
E a minha angústia vem de algum tempo atrás
quando éramos crianças e eu deixava de brincar,
para imaginar onde o tempo está distante de nós.


...Preciso de psiquiatria intensiva e tratamento de choque!!

terça-feira, 18 de maio de 2010

O que me faz agir assim?

Hoje mais cedo ao sair do serviço, deparei-me com um garoto chupando um sorvete, ele estuda na escola onde trabalho e mora aqui no bairro com seu pai, que eu já conheço e cumprimentos há tempos. Não é raro ver o garoto no bar da esquina, pedindo algo para um dos conhecidos de seu pai, às vezes um doce, outras um refrigerante e em outras vezes, um sorvete.
Seu pai é aquele tipo de homem que agente costuma rotular como uma pessoa alterada, sombria e perdida no mundo das drogas, porém, de fato é apenas mais um preconceito imposto a nossos olhos. Já tive oportunidades de falar algumas palavras com o jovem "senhor" e ele não é de todo mal, talvez não seja de mal nenhum, apenas vive no mundo como pode. Várias vezes eu já o vi levando o garoto para escola e já o vi também em algumas tardes colocando-o para dentro de casa, para fazer o dever de casa. Isso me faz pensar que pelo menos duas vezes no dia ele pensa em seu filho, no futuro dele, no que ele vai se transformar em futuro não tão distante. Não tão distante? Pois é, porque a infância tem acabado mais cedo, os sorrisos tem nos abandonado em meio à inocência do inicio da vida e a escolha já não pertence a nós, ser criança ou crescer?
O fato é que ao ver aquele garoto eu me esqueci de mim, me deixei encostar no canto da porta da secretária e o observei. E observando-o eu me perdi em meio aos meus devaneios. Por que eu choro tanto? Por que eu me preocupo tanto? Por que eu escrevo? Por que eu canto?
Estou sempre saindo de buracos e caindo em outros, mais profundos, mais sombrios, e por que no fim mesmo com problemas tão menores do que os de muita gente eu ainda me sinto incapaz? Por que eu me sinto tão frágil e perturbado? E no meio de tantas perguntas eu me perco, não me acho, me engano e não disfarço, cada dia que se passa, cada sorriso forçado e eu que sou forçado a crescer cada vez mais, pra não deixar que tudo isso me afogue nesse mar de perturbações. Eu quero entender, eu preciso entender!

quinta-feira, 22 de abril de 2010

...

Quero rasgar as cartas do jogo da vida
Colocam todas as decisões nas minhas mãos
Eu também sou indefeso, eu não sou um insensível
Quero rasgar meu peito e te mostrar o quanto eu sinto
Olha aqui dentro o quanto eu choro, você nem imaginava

Quanto mais eu grito, quanto mais eu canto, essa dor só aumenta
E esse bolo em minha garganta pra abafar meus versos
É difícil estar bem, é difícil ser alguém
Cujo no mundo não encontrou ninguém que amparasse sua dor

Eu sei que...

quarta-feira, 3 de março de 2010

Revirando o baú de prodidão...

Leva-me vento, leva-me embora, pois com minhas pernas não consigo ir.
Maldita promessa, maldita menina amei-a tanto que nunca a esqueci!

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Embalado ao som de Fresno..

"você é tudo que eu tinha pra mim a gente não pode acabar assim
por favor, vamos conversar e ver se dá pra reconciliar"

Puta que pariu, algo assim as vezes sai de minha boca, que significa? não sei, sei que é uma forma de expressão e também alivia a tensão. Eu vejo cenas, eu ouço coisas e me revolto. Veja a malícia em teu sorriso, hoje você me acordou segurando um revolver, apontou em minha direção e disparou, pois assim são as palavras como balas de 38mm' que vem perfurando nosso tímpano indo de encontro ao nosso cérebro, causando assim a parada do coração. Agente sangra, agente chora, ajoelhamos e em fim caímos, porém palavras são reversiveis, nos levantamos e procuramos outros caminhos para seguir, atordoados, mais seguimos.

"Se estou dizendo isso
É porque pensei, pensei
E conclui que devemos ficar juntos

E você nasceu pra mim"

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Partiu de Mim

Mais uma vez você passou por mim e virou meu mundo de pernas pro ar
Mais uma vez eu esqueci meus medos e na minha vida te deixei entrar
Mais uma vez achei que tinha motivos suficientes para acreditar nessa mentira que é amar
Sem consciência eu fui ao chão aos prantos procurei a Deus para me lamentar
E ao perceber que eu já não tinha nada a minha esperança se dissipou no ar
Perdido em meus pensamentos me encontrei em um pesadelo onde tudo morre, onde tudo é feio
Quão ilusório foi amar? Quão verdadeiro foi te ter? Você passou por mim como um tufão, virou meu mundo, me envergonhou.
E o que restou no coração foi esse ódio ao te ver.
Que seja feliz se puder, pois sempre vai lembrar ao me ver, que perdeu o homem da tua vida apenas por não se conter.

Dustin Maia

A Reposta é Não!

"Eu não acredito nas palavras, acredito nos fatos, nas coisas e nas respostas. E então o que é o perdão se não um produto sem justificativa pelo uso? E isso tudo é só um símbolo de que o passado não importa mais. E por isso eu não devia calar o meu pranto. Essa lâmina continua afiada, e era eu que ainda não tinha observado tentando superar o mau gosto do meu sangue. E as lágrimas assim vão sendo confiscadas... Tudo através do produto que continuam estagnadas nas pontas dos meus dedos e as minhas mãos não são capazes de superar o medo e não conseguem ver que a vida continua,Sem esquecer, sem relevar, sem perdoar." Fresno.

Te perdoar não vai ser o bastante pra me ver voltar... E preste atenção quando a chuva cair, você vai me ver, eu sei que vai ouvir, eu sei que vai lembrar, vai rezar pra esquecer, vai pedir pra esquecer, mas eu não vou deixar, eu não vou deixar!!

sábado, 10 de outubro de 2009

Eu ainda procuro palavras para contar nossa história
Palavras que descrevam o quão bom foi te ter em minha vida
Palavras que demonstrem o brilho de nossos olhos, e que materializem a alegria em nossos risos
Eu ainda procuro palavras para descrever os momentos que estive contigo
Palavras que te mostrem o quão bom é te ter ao meu lado
Palavras que expliquem o amor em mim guardado
Eu procuro palavras, para descrever o que espero do futuro, o que espero de nós dois
Palavras que me façam um dia amanhecer ao teu lado

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Interessante II

Interessante o jeito com que tu pega em minhas mãos, como tu entra em minha mente.
Interessante a forma que me afasto e você se achega pra perto.
Interessante é a maneira como você usa as palavras, sem se importar com os que vão ouvir.
Interessante é o teu jeito que me agrada, e até nos tristes momentos me faz sorrir.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Gostaria que...

Eu gostaria que as palavras descessem até minhas mãos
E escorressem pelos dedos, passando assim pela caneta, manchando o papel de emoções
Ou que viessem facilmente até minha boca
E que eu pudesse ecoa-las na imensidão do escuro de meu quarto
Ou simplesmente que morressem ou me deixassem
E não batessem continuamente na parede da lembrança...

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Interessante

Interessante a forma que ao mesmo tempo que penso tudo, penso nada.
Ao mesmo tempo que nascem ideias, morrem.
Ao mesmo tempo que flutuo no espaço, a gravidade me prende ao chão.
Interessante a forma como vejo o mundo, sem sair do quarto, sem usar a visão.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Depressão

Mais uma vez diluo aqui a minha maldita depressão, não por querer, mais por não poder conte-la em meu peito. Quantas coisas tenho ouvido e tenho dito, e quantas perguntas tenho feito, a mim, a ti, a Deus, aos homens... Malditas sombras, voltem para o lugar de onde se levantaram, deixem-me dormir, deixem-me sonhar, deixem-me sorrir, pois já não aguento mais essa vontade de chorar e de ter tanta vontade e nem uma lágrima rolar. Pesadelos do meu sono, peço-lhes que me larguem em paz, me basta já à tristeza que a cada dia aumenta dentro do meu coração, me basta já à maldade dos homens que se põem contra mim, me basta já os sussurros destas lembranças que não me deixam dormir. De olhar para o lado eu vejo tuas lágrimas, de olhar para o outro eu vejo teu sorriso e nem uma das imagens tiram esse peso de mim. Só o teu abraço pode me acalmar, só o toque de tuas mãos podem me curar, só a tua voz risonha pode apagar tantas lembranças ruins. Não é pedir muito estar ao seu lado, não é pedir muito poder dizer-lhe que te amo, sem medo, sem fingimento. E eu me recordo agora de todos os momentos bonitos que vivi contigo, e me recordo que dizem que tudo que é bom, dura tempo o bastante pra se tornar inesquecível. Inesquecível dói de mais, é muito pra mim, inesquecível são as palavras presas dentro de mim, e que já não suporto carregá-las. Tua lembrança é como o êxtase que causa sensações inexplicáveis no começo, mais termina com um gosto amargo, destrutivo. Eu apaguei a luz, não por querer, mais porque a claridade cegava meus olhos. Onde esta tu agora nessa escuridão? Só vejo o tempo, que passa sem se importar com quem fica pra trás, só vejo os outros, que passam do lado de fora do quarto sem saber que passam ao lado duma prisão. Estou indo pra Alcatraz preciso fugir antes de chegar, pois se eu pisar ali nunca mais irei voltar. Eu não quero lembrar que eu vou acordar sabendo que meus olhos não vão te encontrar. E recordando Fresno lembro-me de como te conheci. Eu já cansei de escrever textos que falem de mim, quero expressar meu sentimento por ti. Mais pra que? Uma tortura a mais para os dois. E se amanhã eu não acordar... Quem ira dizer “Te Amo” pra você? Mais uma vez diluo aqui a impiedosa depressão, não por querer, mais por que esta é a lágrima da minha alma.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Bloqueio

Que dizer pra ti esta noite espaço azul? Minhas palavras ainda estão contidas pelo medo de fazer chorar, e nem pra ti eu consigo dizer as palavras perdidas nesta cabeça. O bloqueio se torna maior com a chegada das três da manhã, pois algumas palavras desceram para o coração, malditas palavras que hão de fazer ai? Recordar-me lembranças que me farão rir no inicio mais que por fim acabarão me pondo em prantos, interno, pois as lagrimas não rolam nem que eu force os olhos. Bloqueio, bloqueio, bloqueio...

sábado, 4 de julho de 2009

Insônia!

1, 2, 3, Vai!

Numa noite fria onde a principio o ódio me tomou, o que me resta é a insônia. Você sempre me pergunta o que eu faço a noite que não durmo, minhas respostas escondem a verdade que minhas noites em claro eu passo cada minuto pensando em você, em nós.

Não por querer, pois depois de um dia de trabalho e stress tudo o que eu queria era dormir e relaxar, quem sabe sonhar um pouco. Mais quando me deito recordo cada instante ao seu lado, os momentos mais perfeitos e também os mais terríveis, pois na despedida é difícil segurar os impulsos e não ir atrás de ti. E de que adiantaria?

Nesse quarto escuro eu ouço vozes, do radio claro, elas contam histórias parecidas com a nossa e sem escolha eu começo a comparar, e começo a me lembrar e então penso em um desfecho para a nossa história. Ha que mal de se apaixonar, como eu queria minhas noites de sono, só Deus sabe o quanto.

Eu não tenho opções, entre fazer o trabalho domestico em plena madrugada e escrever, prefiro o que mais me agrada, diluir meus pensamentos em versos e textos que eu bem sei que não vais ler. Mais ajuda a aliviar a pressão da alma que me faz rolar na cama e gritar em plena madrugada.

Eu sempre lhe digo tudo que preciso dizer, e às vezes até coisas desnecessárias, me pergunto de onde tiro mais para escrever. Eu não falei ainda na vontade que me bate de pegar o violão e entoar canções que você nem pode ouvir. E me volta à mente a despedida!

domingo, 21 de junho de 2009

A Construção


Eu construi minha perfeição bloco por bloco, telha por telha, a perfeição mais perfeita do universo, tão perfeita a ponto de causar inveja.
Os olhos negros da maldade a rondavam, eu não ligava, pois os muros eram enormes. Mais a maldade foi batendo nos blocos mais baixos e eu reparei cada um deles. Mais uma perfeição tão luxuosa não haveria de ter a espreita apenas um par de olhos maldosos, assim chegaram mais olhos de inveja, mais marretadas nos blocos, até que tudo foi a baixo.


Dustin Maia

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Incompleto

Lembranças vem rasgando minha cabeça como balas
Perfuram minha mente mais não se alojam
As semanas se passam como se fossem horas
O mundo gira e eu não estou acompanhando

Me perdi em algum mês em algum dia
Onde o que eu conquistei sumiu comigo
Lembro de quando a noite virou dia
E com minhas lagrimas afoguei-me em um copo


Dustin. M. E

domingo, 16 de novembro de 2008

Você, ele e eu

Nesse mundo, tudo é pequeno diante da grandeza de tua alma, tudo é indecente diante da sinceridade que há em tua timidez. Se eu parasse de respirar, perderia meus sentidos, mais ainda assim amaria você. Todos os dias acordado, pensando em algo que possa nos mudar, nos unir, que possa fazer todos os dias em que eu passei a tarde chorando, terem valido a pena.

Nessa terra onde tudo é abstrato e confuso; eu rezo para poder lhe encontrar e nos seus braços dormir. Para poder lhe abraçar, vela sorrir. Amanhã eu irei embora, e você não estará aqui para que eu possa me despedir. Essa saudade já dura anos, mas, é saudade de que?

Nunca á vi, nem á toquei, e mesmo assim eu me magôo por não estar ao teu lado, mesmo assim eu me descontrolo, quando ouço que você encontrou alguém novo, só por que sei que ele é uma copia mal feita de mim. Ele é aquela pessoa que você sempre esperou, mais que ela nunca pode chegar até você. Ele é eu, em um novo retrato, em uma nova forma de arte não tão diferente da que eu fui um dia. Apenas mais um, que vai passar por ti como um furacão, bagunçando suas verdades, fazendo-a repensar os seus conceitos, abrindo teus olhos para uma nova porta de decepção.

Não é tão diferente de mim, mais a realidade, é que ele nem sonha em te querer como eu te quero. Ele nunca vai se expressar como eu me expresso, nunca vai lhe falar as coisa como eu lhe falo, e nunca vai se entregar a você como eu me entreguei. Pois ele é apenas mais um que veio rir de você, apenas mais um que quer aumentar a magoa de alguém. Não é tão diferente de mim, apenas pelo fato de que quando você vai embora, eu perco o animo, enquanto ele olha para as outras que logo mais serão você.

Eu não penso nele como um inimigo real, assim como não penso em você como alguém que faz mal pra mim. Decerto eu sou louco e talvez meio isolado, mais essas são as características que chamarão a tua atenção para mim, e decerto são as características que ele tem também, pois é apenas uma copia barata de mim. Sem sentimentos, sem personalidade, alguém que se molda de acordo com os gostos de seu “alvo”.


"As palavras tem o poder de prever tudo que vem na semana seguinte".


Dustin

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Hoje me peguei mais uma vez pensando no futuro. Maldito futuro, por que tem de ser tão complicado e desgastante pensar em você?

Todos os dias uma paranóia nova:

- Será que eu vou conseguir um bom emprego?

- Será que vou realizar os meus sonhos?

- E se eu acabar sendo mais um “maldito” cidadão fracassado?

Perguntas que eu faço pra mim mesmo sempre que eu vejo um obstáculo no caminho, e que milhares de pessoas devem fazer também!

E no fim eu acabo tomando varias xícaras de café e comendo feito louco pra tentar “aliviar” a mente de tais pensamentos.

É humilhante alguém rodeado de felicidade, capaz de ser o que quiser no futuro se perdendo em tais situações. Alguém que da ótimos conselhos para qualquer um que lhe pedir, não conseguir resolver as suas próprias neuroses.