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sábado, 30 de julho de 2011

Hellow! Sou o Poeta Cantor!

De todo verso que já fiz, me agradam muito os que soam como notas...




terça-feira, 26 de julho de 2011

Se algum dia eu não acordar...

Fui sincero comigo, com meus sentimentos, com as pessoas que amo. Fui sincero com minhas vontades, com os meus Sonhos. Não realizei todos os Sonhos, mais isso não foi por culpa do medo ou da covardia, pois em mim já não habitam. 
Eu fui fiel aos meus amigos; aos que queriam meu mal... Estendi a mão. Não deixei de respirar um dia sequer, não deixei de viver qualquer momento que fosse meu e aprendi a diferenciar os que eram de outro alguém.
Olhei nos olhos de alguém, cantei olhando para alguém, esperei por alguém e espero. Não deixei de viver um amor, mesmo quando a consciência veio dizer que ele chegou ao fim. Não deixei de sorrir para o amor, mesmo quando o coração disse que não era pra ser assim. Chorei, sorri, zanguei, joguei tudo pro ar. Escolhi outros caminhos e segui, até que encontrei o meu. Permaneci. Estagnei. Me enganei. Mais eu vivi.

Sinceramente, se algum dia eu não acordar... Eu só lamentarei pelos fracos que tiveram medo de viver, pelos tolos que não ousaram e que de fato não viveram, apenas passaram por aqui. 



Quanto vale a lágrima de um ser?

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Imagino que...

... Talvez seja só confusão ai dentro... Eu nunca vi um coração falar tão baixo com a razão... Ela diz que não, ele diz que sim. E seguem então sem perceber que o tempo passa, outrora voa... E eles estão no mesmo lugar... Nessa grande distancia.
A razão diz que esta bem assim... O ver chorar não lhe faz mal, assim como chorar escondida lhe faz tão bem... O coração... Esse bate o pé, canta, grita e se descontrola, bate inconstante. Diz que não há nada que queira mais do que a presença dela ali... E chora... Na esperança de que ela possa ouvir... 
Ela o escuta... Finge que não... Perde o sentido a Dona Razão... Dança suavemente nas notas do Sr. Coração... Se esquiva então por querer estar certa... Estava... Enquanto dançava a sua canção... Errada... Agora que faz partir o coração... Chorando...

sábado, 11 de junho de 2011

I'm back to you!

Sem me explicar, já que eu não me entendi! Regresso, sem mais delongas, sem mais voltinhas... Começo a me desfazer aqui! Novamente... 

Antes de fazer ela chorar, ele abriu um sorriso. Começou um discurso sobre vida, sonhos e amores. Falou tudo que devia e o que não devia dizer e não se importou em secar uma lágrima dos olhos da moça. Rascunhou nos pulsos algumas palavras em caneta, chegou mais cedo, se arrumou, saiu sem rumo. 

No mundo ninguém poderia entende-lo, ninguém poderia dizer-lhe o que fazer ou porque fazer... E pegou o primeiro ônibus que encontrou.
Partiu sem nada, sem mala, sem pressa e sem graça. Tentava não procurar respostas já que nunca as encontrava. E dizia que onde estivesse, estaria bem.

Desceu em um ponto qualquer e reconheceu algo familiar... Aquele banco e o primeiro beijo... Aquele dia e o começo... 
Sentiu um vazio que o fez correr, o fez gritar, sem direção mais uma vez e outra vez estava a chorar... Derramou lágrimas sorrindo sem ao menos saber porque. Quando descobriu que não querer, era disfarce para o que se quer... E quer de mais!

Tocou a campainha, ela sorriu. Há quanto tempo ele não via tão bela forma.... E quanto tempo ela esperou por essa hora. E por mais de uma hora, conversaram trocando histórias. Baixou a cabeça e pediu perdão. Aos céus... E agradeceu por mais uma vez estar ali. Ela o ouviu sem interromper quando ele disse que não sabia o que fazer. E após minutos em silencio um abraço foi a melhor forma de dizer... 

Tudo aquilo que o seu coração sentiu!

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Começando uma nova jornada


Estive pensando, eu costumo fazer muito isso. Daqui a dez anos, talvez não estejamos mais aqui, muitos pensam assim, se estaguinão e não saem do lugar. Eu... Penso, planejo e executo ações.
Conversando no sofá da sala com minha mãe e meu irmão, pensei em tudo que já fiz até aqui e pensei em várias pessoas que já alcançaram muito mais que eu. Estou chegando aos meus dezenove anos, com muitos sonhos, muitos planos e alguma realização. Não posso dizer que não fiz nada no decorrer dessa minha vida curta.
Me lembro de quando eu tinha uns oito anos, minha primeira apresentação em um palco... Pois é, Teatro Castro Mendes aqui em Campinas, apresentando o musical A Nova Onda do Imperador junto ao projeto Pro - Dança. Cara, quanta gente, quantas luzes, minha família sentada lá na platéia e os aplausos no fim da dança...
Me lembro de me apresentar algumas vezes na igreja, de tentar aprender a tocar bateria, de tentar aprender a tocar violão. Me lembro de aprender a tocar violão e ter um ano marcado por fé, amor, lutas, conquistas e canções.
Muita coisa se passou antes de eu estar sentado aqui nesse sofá escrevendo sobre tudo o que passou e sobre planos futuros. Perdi o Pai e muitos outros familiares, por morte, por diferenças, por distancia. Perdi amores, amigos, oportunidades, porém, não posso me esquecer que ganhei muito nesse tempo... Dezessete de Dezembro de dois mil e dez.

Comecei este ano com a despedida que mudou minha vida completamente. Michelle Pinno, saiba, você esta em cada nota que soa no meu violão, em cada canção entoada por mim, pois eu devo tudo isso a você! Me lembro do garoto tímido de quase dois anos atrás, aquele que você estimulou a dar os primeiros passos rumo ao crescimento pessoal. A você, só tenho agradecimentos a fazer e só!
Fevereiro, show do Josimar no qual participei assumindo a guitarra. Josimar, você tem vários defeitos, porém lhe agradeço por aparecer na minha vida e me dar oportunidades.
Durante o ano, várias paixões, decepções, mancadas, deslizes, quedas, porém, ainda estamos aqui. Show no Ego Clube me ajudou mais uma vez a crescer e aqui estou eu...
Venho dizer aos meus amigos, que por tempo indeterminado não postarei aqui... Estou começando uma nova jornada, decidi me dedicar inteiramente a musica e o blog me tira muito em textos do que poderiam ser canções. Então, desejo-lhes desde já um feliz natal, um próspero ano novo e tudo de bom a vocês! Que a vida possa estar sempre nos ensinando através de palavras e que blogs sejam espelhos para outros blogueiros assim como esse espaço tem sido pra mim. Muito obrigado a todos!

domingo, 12 de dezembro de 2010

Coisas sobre mim que você nunca iria saber! (XI)

Coisas sobre mim que você nunca irá saber...

 - É, eu ainda sou aquele mesmo garoto, que há dois anos atrás começou à escrever algumas coisas esquisitas e postar aqui, eu ainda sou aquele cara confuso de alguns meses atrás, quando eu te deixei ir embora. Lembra? 
 Tem coisas na nossa vida que não vão mudar, nem mesmo com o maior esforço que agente fizer. Tomo como exemplo a trilha sonora do nosso amor. Por que toda vez que você volta tudo acontece sempre igual? Tudo bem, eu sei que eu já errei de mais, assumo meus erros. Mais será que sou eu que toda vez me afasto a tal ponto de as mesmas canções se repetirem, as mesmas notas soarem e me fazerem chorar? Me encontro no momento pensando sobre o que fazer no meu futuro, agora me resta saber se nesse futuro você vai estar aqui fazendo parte da minha vida ou se é sozinho que eu irei seguir...
 Você se distancia a tal ponto que chega a ser inalcançável para os meus braços, eu perco a vontade de viver, de sorrir e até de tentar te aproximar... Tem gente me falando pra eu te esquecer, outras me falando pra eu tentar te entender, qualquer opção me dói, pois o que é difícil pra mim é saber que existe a hipótese de não mais te ter, de não poder mais te ver. Saber que tudo o que me impede de estar perto de você é o simples fato de que existe uma duvida entre nós.
 Sabe, eu não gosto de estar triste, mais me desanima o fato de ser feliz sem você... Porque você me faz tão bem e nós dois sabemos que você consegue entender o que eu estou escrevendo aqui. Você melhor do que eu sabe o que eu estou sentindo, sabe como é. E eu, melhor do que você entendo pelo que você esta passando. Eu só queria poder simplificar, queria que você ouvisse real e atentamente quando eu digo pra me dar a mão e ser feliz aqui, comigo. 
 Eu só queria não precisar mais uma vez encarar a vida sem você... Eu só queria por uma vez, não te perder... 


"E todo dia eu te espero aqui sentado... E você não liga, você nem se liga que eu quero você!
Esperei, cansado... Eu arrisquei... Eu sufoquei..."

domingo, 5 de dezembro de 2010

Eu queria poder falar tudo o que estou sentindo, porém são tantas palavras, desorganizadas, mal orientadas na minha cabeça. Estão todas tão bagunçadas, que eu já nem sei o que dizer... 

sábado, 4 de dezembro de 2010

Coisas sobre mim que você nunca iria saber! (X)

Cartas que nunca chegarão até você.

É pai, mais do que nunca eu queria que você estivesse aqui perto de mim. As coisas aqui estão complicadas e as vezes acontecem algumas coisas que eu nunca pensei que iriam acontecer. Meu velho, precisava de você pra me dizer se é certo ou errado, querer botar em pratica meus sonhos sem ter medo arriscar e sem pressa pra concluir. É que todo mundo tem falado coisas que só tem me desmontado. Eles pensam que eu não planejo nada, que eu ajo por impulso, mais eles não vêem que não sou eu que estou indo rápido de mais e que são eles que estão me empurrando.
Apresentei meus planos aqui em casa, o bairro inteiro já esta sabendo (isso me irrita), todo mundo esta colocando pilha, achando que é loucura o que eu estou querendo. Simultâneamente eles falam: "Você tem que dar tempo ao tempo." e "Se você quer faz logo, porque assim eu não aguento!". Já pedi - Me deixem respirar - Vocês tiveram uma vida inteira pra errar, então por favor deixem eu tentar ser feliz.
É pai, com você aqui pelo menos ninguém ficava me cobrando tanto. É difícil ter que fazer o seu papel quando ninguém da ouvidos pra nada que eu digo. Minha palavra aqui não esta valendo nada. E é por isso que eu quero tanto ir embora assim cedo.
Eu não queria deixar a mãe e as meninas. Meu planos eram totalmente diferentes do que são agora. Eu queria estudar, juntar um dinheiro, levar elas pra uma casa melhor, pra só depois pensar em mim. Bom, planos são só planos, não é? Essas coisas não dependem só de mim. Espero que você se orgulhe de pelo menos alguma coisinha que eu fiz depois que você partiu. Nossa, não tem noção do quanto eu queria tocar e ver você me ouvir, lembro que você ficava super-zangado porque eu deixava meu violão parado. Agora eu aprendi... Mais infelizmente você não esta aqui, só espero que possa me ouvir dai. Será que você notou o quanto eu cresci? Não só externamente, será que anjos conseguem olhar dentro de mim? Ver o quanto eu mudei? Porque eu acho que aqui ninguém notou. Eles dizem que eu ainda sou uma criança... Bem que eu queria ser criança ainda pai e te ter perto de mim pra me defender, não ter que bater de frente com nada, nem com ninguém. Acho que nem com todas as notas musicais eu vou conseguir um dia expressar a falta que o senhor me faz.
Pois é tem muita coisa que eu queria te dizer, mais não dá mais. É tenso. Saudades meu velho, guerreiro.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Dead Memories - Capitulo II - Parte I


                Depois que ele se foi minha vida mudou completamente, eu passei a frequentar os shows de rock, bebia, fumava e chegava em casa tarde da noite. Não era eu que devia ser o exemplo? O que eu estava fazendo da minha vida? Essa era uma pergunta que eu não me fazia com muita freqüência, talvez nunca tenha feito até perceber que eu ia chegando cada vez mais perto do fim da minha vida mal aproveitada. Eu também passei a ir com certa freqüência â Americana visitar a Hellen e a família. Sim, era mais por causa dela.
                Aqueles olhos dela me fascinavam, porém eu era muito tímido com as garotas aquele tempo, meu Deus, porque eu não conseguia lhe falar o que eu sentia? Nós já tínhamos grande afinidade e ela dizia sempre que íamos casar, não sei se era brincadeira ou qualquer coisa do tipo. Preciso me lembrar de perguntar a ela. Porém, brincadeira ou não, cada palavra dita, cada tarde sorrindo ao lado dela faziam com que o sentimento que eu vinha guardando crescesse mais. Eram marcantes todos os momentos ao lado dela, quando estávamos juntos, eu não conseguia pensar em nada, só conseguia enxergar Hellen.
                Lembro de quando eu decidi que cigarro era uma droga e que não fazia mais parte da minha vida, foi por volta de março de 2008, quando eu entrei para equipe de atletismo da Orcamp – Unimed e foi nesse período que comecei a dar valor ao meu corpo, aos meus dias e a tudo que eu vinha desperdiçando desde que meu pai falecerá. Estando na equipe eu consegui crescer mentalmente de uma maneira surpreendente, essa é uma característica minha, crescer, crescer mais a cada dia, no meu ponto de vista eu nunca estou “grande” o suficiente e gosto de pensar assim, pois isso me motiva a ir muito mais além do que todos pensam que eu posso fazer ou ser. Fiz grandes amizades na equipe, havia uma turma que era do colégio e estávamos sempre juntos, nos intervalos, nas bagunças em sala, no ônibus rumo ao treino e no ônibus de volta também, nós entravamos no ônibus cansados e mesmo assim ainda achávamos forças pra bagunçar um pouco mais e acabar com a paciência de alguns passageiros. Meu Deus, adolescência é uma faze tensa; que saudade.
                Eu me lembro de certa vez... No fim de semana ia rolar uma festa num salão de eventos aqui em Campinas e eu estava voltando do meu curso e resolvi ligar pra Hellen e convidar ela. Obtive resposta positiva ao convite, ela viria junto com a tia Micaela, que apesar de tia, era jovem e adorava uma balada. Convidei também meus amigos e amigas e então fomos todos para a festa no sábado, o ônibus estava lotado, o trajeto até o local normalmente demorava uma hora, mais dessa vez creio que levou quase duas. Meu celular tocava de quinze em quinze minutos, era ela ligando, nos apressando por que já estava esperando no local marcado, mas o que nós poderíamos fazer? Chegamos lá por volta das três da tarde e fomos direto para o salão onde esperamos na fila por algum tempo. Ao chegar ao portão de entrada minhas queridas Hellen e Paola haviam esquecido o R.G que era necessário para entrar. Então tivemos que falar com os seguranças, ligar para a mãe da Paola e convencer o segurança a falar com ela no celular. Oh My Fuck!
                Em fim conseguimos entrar, dançamos até as pernas doerem e o momento que eu nunca esqueci até hoje, que quase custou uma vida, foi o em que meu melhor amigo beijava a garota que todos os meus instintos me diziam que eu amava. Ok, minha noite acabou, sentei na escada do camarote e fiquei até que todos decidissem que estava tarde e que precisávamos pegar o ultimo ônibus. Andei todo o trajeto até o ponto de ônibus calado e quando alguém fazia algum comentário direcionando-se a mim, eu abria um sorriso plástico que me doía de tanto forçar. O pensamento que vinha a minha cabeça durante a caminhada era “fique calmo, existem várias mulheres no mundo e não vale à pena socar a cara dele, simplesmente o ignore!”. Como eu sofri, tendo que agüentar aquele imbecil (sim Pablo você sabe que foi um grande relaxo da sua parte) citando qualidades que ele dizia conhecer nela apenas por um beijo e alguns passos abraçados. Ódio! Já passou por isso?